Mensagens do fora - III
Alguns já falaram disso que irei falar. Em todos os tempos, em algumas ocasiões. Apenas repito o que me soprou o mundo em sua magnífica indiferença:
Há um componente trágico na existência que é preciso como um relógio e rude como uma avalanche. Não há saída. É preciso aprender a gostar de dançar sobre escombros.
No mundo que se gosta de idealizar, esse mundo de sobras e restos de ideais, do qual muitos fingem conseguir extrair uma plena satisfação, não é muito mais que a reminiscencia de um sono profundo que já dura milênios.
Não sou eu que despertarei essa “humanidade”, mas não deixarei passar minhas impressões sobre o que vejo.
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