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	<title>rodrigopsi</title>
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	<description>fragmentos</description>
	<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 02:14:25 +0000</pubDate>
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		<title>O amor, o sono, as drogas e a arte.</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 02:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[Fernando Pessoa – Livro do Desassossego (270)
&#8220;A arte livra-nos ilusoriamente da sordidez de sermos. Enquanto sentimos os males e injúrias de Hamlet, príncipe da Dinamarca, não sentimos os nossos – vis porque são nossos e vis porque são vis.
O amor, o sono, as drogas e intoxicantes, são formas elementares da arte, ou, antes, de produzir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fernando Pessoa – Livro do Desassossego (270)</em></p>
<p>&#8220;A arte livra-nos ilusoriamente da sordidez de sermos. Enquanto sentimos os males e injúrias de Hamlet, príncipe da Dinamarca, não sentimos os nossos – vis porque são nossos e vis porque são vis.<br />
O amor, o sono, as drogas e intoxicantes, são formas elementares da arte, ou, antes, de produzir o mesmo efeito que ela. Mas amor, sono e drogas tem cada um sua desilusão. O amor farta ou desilude. Do sono deesperta-se, e, quando se dormiu, não se viveu. As drogas pagam-se com a ruína de aquele mesmo físico que serviram de estimular. Mas na arte não há desilusão porque a ilusão foi admitida desde o prncípio. Da arte não há despertar, porque nela não dormimos, embora sonhássemos. Na arte não há tributo ou multaque paguemos por ter gozado dela.<br />
O prazer que ela nos oferece, como em certo modo não é nosso, não temos nós que pagá-lo ou arrepender-nos dele.</p>
<p>Por arte entende-se tudo que nos delicia sem que seja nosso – o rastro da passagem, o sorriso dado a outrem, o poente, o poema, o universo objectivo.</p>
<p>Possuir é perder. Sentir sem possuir é guardar, porque é extrair de uma coisa a sua essência.&#8221;
</p>
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		<title>Em Busca</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 20:49:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[Filme do pessoal do Escritório de Inclusão Social de Santa Cecília. Vale a pena conferir os trabalhos do Coletivo Viralatas Videos aqui




]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Filme do pessoal do Escritório de Inclusão Social de Santa Cecília. Vale a pena conferir os trabalhos do Coletivo Viralatas Videos <a href="http://www.viralatasvideo.blogspot.com/">aqui</a><br />
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		<title>Escuta</title>
		<link>http://blog.rodrigopsi.com.br/2009/07/17/escuta/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 07:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[A morte é silêncio.
Podia ser grave como o vento que roça os ouvidos ou podia ser marcada num slap feroz
Mas a morte é silêncio.
Podia gritar, chamar meu nome, arriscar um ouvido
Mas é só silêncio.
Podia marcar compassos, vazar contrapontos, ficar numa coda irradiando
Silêncio.
Podia ficar calejado, suando harmonias, percorrendo escalas, saltando tonalidades!
.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A morte é silêncio.</p>
<p>Podia ser grave como o vento que roça os ouvidos ou podia ser marcada num slap feroz<br />
Mas a morte é silêncio.</p>
<p>Podia gritar, chamar meu nome, arriscar um ouvido<br />
Mas é só silêncio.</p>
<p>Podia marcar compassos, vazar contrapontos, ficar numa coda irradiando<br />
Silêncio.</p>
<p>Podia ficar calejado, suando harmonias, percorrendo escalas, saltando tonalidades!<br />
<strong>.</strong>
</p>
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		<title>Estamira</title>
		<link>http://blog.rodrigopsi.com.br/2009/07/13/estamira/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 06:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[“Eu sou Estamira. Eu sou a beira do mundo. Eu to lá, eu to cá, eu to em tudo quanto é lugar. E todos dependem de mim! Todos dependem de Estamira! Todos!” Estamira




Se você não viu o documentário Estamira, estou recomendando.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Eu sou Estamira. Eu sou a beira do mundo. Eu to lá, eu to cá, eu to em tudo quanto é lugar. E todos dependem de mim! Todos dependem de Estamira! Todos!”</strong> Estamira</p>
<p><object width="425" height="344">
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<p>Se você não viu o documentário Estamira, estou recomendando.
</p>
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		<title>Respostas?</title>
		<link>http://blog.rodrigopsi.com.br/2009/06/23/respostas/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 05:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[De onde viemos?
Não viemos, mas sempre estivemos.
Para onde vamos?
Não vamos, continuamos indo.
Onde estamos?
No próprio caminho que é um caminho próprio.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>De onde viemos?<br />
Não viemos, mas sempre estivemos.</p>
<p>Para onde vamos?<br />
Não vamos, continuamos indo.</p>
<p>Onde estamos?<br />
No próprio caminho que é um caminho próprio.
</p>
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		<title>O grande depósito das almas.</title>
		<link>http://blog.rodrigopsi.com.br/2009/05/30/o-grande-deposito-das-almas/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2009 06:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[Parece estar bem próximo o dia em que nada poderá ser simplesmente&#8230; esquecido. Afinal, quem pode deixar de notar que a &#8220;informática&#8221;, entre outras coisas, é mais uma tentativa, somente bastante sofisticada, de produzir e armazenar registros de nossos passos? A informática como um enorme depósito de informações, uma hipermemória pairando sobre nós. Alguém ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece estar bem próximo o dia em que nada poderá ser simplesmente&#8230; esquecido. Afinal, quem pode deixar de notar que a &#8220;informática&#8221;, entre outras coisas, é mais uma tentativa, somente bastante sofisticada, de produzir e armazenar registros de nossos passos? A informática como um enorme depósito de informações, uma hipermemória pairando sobre nós. Alguém ainda duvida do sentido de se desejar tal maquinaria?<br />
Em nosso mundo esse tipo de notação tem um sentido preciso: a possibilidade de rastreamento. Precisamos dos bodes espiatórios, precisamos punir alguém, sempre. Tudo se passa como se não pudéssemos deixar de perseguir uns aos outros. Não queremos somente saber o que se passa. Precisamos saber quais foram as intenções. E se queremos almas para vampirizar nada melhor que formar um grande depósito das almas, uma região onde são armazenados, dia a dia, cada passo, cada gesto, cada palavra. Alguns se sentem seguros com isso, porque têm medo da possibilidade de não terem de prestar contas. Outros simplesmente seguem as tendências. Em todo caso, está tudo lá, aqui, armazenado para posteriores consultas, retido e existente até que o servidor se apague.<br />
Mas há uma vontade de vingança, um ressentimento, que sobressai a cada bite guardado na imensa rede.<br />
Resta saber quem vai ter paciência para revirar tudo isso um dia.
</p>
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		<title>Muitos de mim</title>
		<link>http://blog.rodrigopsi.com.br/2009/05/27/muitos-de-mim/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 19:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Não quero falar em nome dos muitos de mim. Essa é uma covardia que quero esquecer.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Não quero falar em nome dos muitos de mim. Essa é uma covardia que quero esquecer.
</p>
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		<title>Eu é palavra.</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 23:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<title>Mensagens do fora - II</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 05:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[Mantenha o silêncio, mesmo que para isso precise cantar. 
Frequentemente precipitamo-nos ao expor um pensamento. Quando não há esse sentimento que revela a inaptidão para o que está sendo pensado é porque não se está realmente pensando; é apenas uma repetição, algum pensamento que veio até nós pela memória. O pensamento mesmo não é memória, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mantenha o silêncio, mesmo que para isso precise cantar. </p>
<p>Frequentemente precipitamo-nos ao expor um pensamento. Quando não há esse sentimento que revela a inaptidão para o que está sendo pensado é porque não se está realmente pensando; é apenas uma repetição, algum pensamento que veio até nós pela memória. O pensamento mesmo não é memória, apesar de utilizar recursos mnemônicos em sua exposição. Para ser pensamento deve ser uma extrapolação. Como expor, então, o que não encontra relação com o já conhecido, mas que necessita ser comunicado? </p>
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		<title>Mensagens do fora</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 04:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Escavada no corpo está uma passagem estreita e perigosa. Aqui fora, pela pequena brecha avistará alguns loucos dançando entre livros sobre um chão de ossos polidos.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Escavada no corpo está uma passagem estreita e perigosa. Aqui fora, pela pequena brecha avistará alguns loucos dançando entre livros sobre um chão de ossos polidos.
</p>
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